A violência está em alta em todos os sentidos, seja física, psicológica, e em tempos de campanha política a violência "visual" que não chega a machucar a menina dos olhos, mas atinge direto na cabeça e se não nos prepararmos poderemos sim sofrer e sentir pelo resto do corpo.
Nos arredores da cidade, zonas periféricas, o ramo da violência já é o mais duro, é àquela que já vem eliminando o desafeto sem ao menos dar a oportunidade de defesa ou de fuga, até mesmo porque, se a vítima consegue escapar, o risco de morte de quem deixou o quase morto escapar.
O certo é ficar de olho nos candidatos e ver quem poderá aliviar mais o nosso lado, o outro lado que pague, pelos erros deles mesmos em eleger aqueles que permitem que essa violência perdure em nosso meio, mesmo a contra gosto.
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